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    Risoto de camarão, ervilha e ervas.

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    Este Risoto de Camarão chegou até a minha cozinha de uma forma bem divertida: a Carol encontrou um saquinho de camarões perdidos no congelador que precisávamos usar, por coincidência foi no mesmo dia que o Instagram liberou o recurso de enquetes no Stories.

    Achei a brincadeira interessante e resolvi testar o recurso com a turma que segue o @saborsonoro, pedindo pra escolherem entre um Risoto de Camarão ou um molho para peixe.
    Descobri que preciso colocar mais receitas deste arroz cremoso por aqui: ele ganhou do molho de peixe com mais de 60% dos votos!

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    Entradas leves e saudáveis para o Reveillon

    No check list das promessas não cumpridas do ano que passou, ou das que ainda estão por vir no próximo ano está: dizer sim para uma vida cada vez mais saudável!

    Mesmo optando por escolhas gastronômicas que causem menos “danos”, ainda assim podemos ter riqueza e abundância na harmonia de sabores. Será que é verdade que tudo que é bom é imoral, ilegal ou engorda?

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    Arroz de Pato e dois molhos essenciais

    Semana passada não poderia ter acabado melhor!

    Se você acompanha o blog sabe que o Sabor Sonoro estava participando de um concurso cultural do Livro “A Refeição em Família” do Ferran Adriá. Para saber mais detalhes é só ver este post.

    No final da tarde de sexta recebi a notícia que o Sabor Sonoro havia ganhado!

    Por isso, preciso antes de mais nada fazer alguns agradecimentos:

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    Risoto de gorgonzola e amêndoas

    No último domingo fez um friozinho fora de hora por aqui, depois de dias com mais de 30 graus. Aleluia!
    Corri pra cozinha, abri uma garrafa de vinho e fui fazer aquelas receitas que você guarda para temperaturas mais amenas.
    Adoro gorgonzola, mas nunca havia experimentado no risoto, já estou arrependido de não ter testado  antes.
    Como esse queijo tem um sabor muito característico e potente, recomendo outros ingredientes de sabor mais leve, que não briguem com o gorgonzola. Achei que a amêndoa seria uma boa opção e realmente funcionou. Penso que outras castanhas podem combinar também. Se alguém testar por aí me conta depois.
    Então vamos lá, colher em uma mão, taça na outra!

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    Risoto por um Milanês de verdade

    Tenho uma grande admiração pela Itália e por toda sua história, o que não é uma surpresa vindo de quem adora comida e tem Gussoni na assinatura, mas sou brasileiro e adoro toda essa mistura que faz nossa cultura tão rica e variada. Claro que isso também vale para a culinária.
    Diferente de uma certa rigidez característica da Bota: quem conhece a Itália ou um italiano legítimo sabe do que estou falando: normalmente são avessos a grandes novidades, então não arrisque colocar orégano onde a receita de trezentos anos manda colocar manjericão. Outra característica marcante é o gosto apurado e um padrão de exigência altíssimo com a qualidade dos ingredientes, mesmo que seja para preparar um “simples” molho de tomate.
    Mas é só parar pra pensar um pouco pra perceber que essa não é uma característica exclusivamente italiana, mas de muitas outras culturas antigas que são orgulhosas (com razão) da suas raízes. Pensando por esse ângulo eles estão cobertos de razão: é fundamental que essa história seja valorizada, respeitada e transmitida para que ela continue viva.
    Dia desses tive o privilégio de receber em casa o a Patrícia e o Massimo, a Alice e o Vinício; todo mundo aí tem, pelo menos, um sobrenome italiano. rs
    A principal desculpa para o encontro era comer um risoto feito por um milanês legítimo. Não é todo dia que a gente tem a oportunidade de ver um cara que nasceu na terra do risoto prepará-lo ao vivo.
    Para acompanhar fiz uma costela no molho de vinho e para fechar com chave de ouro um delicioso ganache preparado pela Alice.
    E assim tivemos uma daquelas noites raras: momentos, companhias e comidas para guardar na memória por muuuito tempo!
    Com a palavra, meu amigo Massimo Franceschetti:
     
    “Quero esclarecer que esta receita é somente pratica e leva a um resultado gostoso, mas não é a legítima e aliás está bem longe dela, sendo que têm muitos detalhes aqui não respeitados em relação à receita tradicional. Por exemplo, para cozinhar o risotto, antes de mais nada é preciso utilizar só caldo de carne em lugar de água. Além disso, a receita tradicional do ‘risotto alla milanese’ prevé também uso de medula óssea de boi, hoje em dia raro; diversamente, não se pode falar de ‘risotto alla milanese’, mas ‘risotto allo zafferano’ só. Ainda, têm cozinheiros que só utilizam vinho tinto nem querendo saber de branco, outros que atuam de jeito oposto. E mais, cozinheiros que acrescentam vinho logo depois da fase de tostadura, para fazer com que o tom fique desde o começo, e outros cozinheiros que acreditam que seja melhor colocar vinho só no final para não deixar que a mistura pegue demais seu sabor. O açafrão é, por si, outro tema de debate quanto ao uso no risotto: a tradição só prevê açafrão em estames ou pistilos, hoje em dia por causa do custo muito alto é raro o uso de açafrão que não seja em pó. E, além disso, têm cozinheiros que usam colocá-lo diretamente no caldo de carne, tanta é sua experiência em saber exatamente a quantidade que utilizarão! Enfim, só falei sobre alguns dos aspectos mais conhecidos das várias teorias de cozinhar o risotto, prato não simples e muito modificado ao longo do tempo, sendo que sua origem data de 1574.”
     
    Risoto
    (6 porções)
    – ½ cebola em cubinhos
    – 600 g de arroz “Carnaroli”
    – 1 envelope de Zafferano (açafrão)
    – 150 g de funghi porcini (cogumelos porcini) secos
    – 1 copo de vinho tinto
    – Cerca de 2 litros de caldo de carne ou, alternativamente, 3 cubos de caldo de carne
    – Azeite para fritar a cebola
    – Sal a gosto
    Modo de fazer:
    Colocar a cebola no fundo de uma panela funda e jogar azeite extra virgem (olio extra vergine di oliva) de maneira que só unte o fundo da panela (a cebola não tem que ‘navegar’ nele). 
    Dourar a cebola e, assim que isto é feito, acrescentar o arroz e cozinhá-lo por alguns minutos sem acrescentar água (esta é para ser colocada só após ter bem misturado arroz com cebola): trata-se da tostadura do arroz, etapa que serve para fazer com que o arroz absorva o azeite; deve-se ter cuidado em não queimar a mistura. 
    Depois de dois ou, no máximo, três minutos de tostadura, colocar bastante água para cobrir a camada de arroz e misturar até conseguir que o arroz esteja bem diluído na água. 
    Agora é possível acrescentar os cubos de caldo de carne, o açafrão e os cogumelos. De agora para frente, é só continuar misturando os ingredientes na panela e acrescentar água quando se percebe que o arroz está grudando no fundo. Esta fase toma um tempo de mais ou menos meia hora, durante o qual o arroz cresce (os grãos cozidos tornam-se bastante maiores em relação aos crus do começo) e dá para reparar que os cogumelos ficam cozidos também. 
    Quanto ao acréscimo de vinho, em geral o cozinheiro o coloca dez minutos antes de desligar o gás (ou seja, quando o arroz está pronto), sendo que sua função é só a de dar um tom ao risotto. 


    Costela ao molho de vinho
    (6 porções)
    – 1,8 kg de costela (se você comprar desossada pode reduzir a quantidade para +- 1,2 kg)
    – 500 ml de vinho tinto seco
    – 1 lata de tomates pelados
    – ramos de alecrim
    – ramos de tomilho
    – 4 dentes de alho
    – 1 cebola média
    – sal a gosto 
    – pimenta do reino a gosto

    Legumes salteados
    (6 porções)
    – 300g de cenouras baby
    – 300g de ervilhas (de preferência frescas, evite as de lata)
    – um talo de alho poró
    – azeite a gosto
    – sal a gosto
    – pimenta do reino a gosto

    Preparo: 
    Costela
    Coloque todos os ingredientes em uma vasilha ou panela, misture bem e guarde na geladeira até a hora do preparo. Deixe pelo menos por uma hora, mas se quiser pode preparar na noite anterior.
    Esquente uma frigideira, reserve toda a marinada, seque a carne com papel toalha e grelhe em fogo alto até os dois lados ficarem bem dourados.
    Depois junte a carne e a marinada novamente em uma panela e deixe cozinhar em fogo baixo, acrescentando água se necessário.
    Duas horas a 3 horas de cozimento normalmente são suficientes, mas pode variar de acordo com a qualidade da carne, então experimente durante o preparo para acertar o tempo ideal. A costela deve ficar bem macia, quase desfiando.

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    A cozinha da Alice # 19 – Brunch

    A primeira vez que fui à um brunch me apaixonei tanto e prometi a mim mesma que faria isso muitas vezes ainda, e dividiria com muitas pessoas cada vez mais belezuras.
    Um dia que começa assim com La vie en rose, cheiro de panquecas e chocolate derretendo, não pode, não deve deixar de ser vivido e muito bem compartilhado. Flores lindas como eu nunca tinha visto.
    Inclusive no bolo.

    Uma amiga muito querida me perguntou de onde vem a inspiração para criar meus menus.
    Tô pensando na resposta até agora, mas acho que nem sei explicar. Gosto de fazer com que a vida tenha mais experiências sensoriais ricas. Penso em quantas cores existem no mundo, quantos ingredientes diferentes… tantas paisagens, países. A cultura gastronômica que existe por aí, traz inspirações explosivas galopantes e enlouquecedoras, todos os dias. Se tivesse tempo, cozinharia até de madrugada. Deve ser por isso que sonho tanto com receitas.
    Claro, também tenho ajuda de anjos muito criativos, que sempre me dão dicas, opiniões e mandam Pinterest, Instagram e posts todos os dias. E, pra minha alegria, eles trabalham ali ao meu lado. Só mais essa vez quero agradecer ao meu irmão Marcel, minha parceira Edilene, meu maridoVinício, amigos do peito Keiniti e Patrícia. Amo vocês! Lara e João, obrigada! Cada dia admiro mais esse trabalho lindo!
    Arrumando os últimos detalhes
    Águas aromatizadas com morango e limão siciliano
    Edilene embelezando a mesa
    Salada de frutas para a panqueca
    Rocambole de espinafre
    Chutneys deliciosos da Nalini

    Então vamos ao menu:

         
                Águas aromatizadas
    Refri, suco, chás
    Drinks de café do Keiniti
    Bolo de coco com pétalas de rosas cristalizadas
    Maça recheada com espuma de baunilha com gengibre (receita do Marcel)
    Espeto de melancia
    Gelatina de chá de canela e geleia de amora
    Panqueca com coberturas várias ( nutella, queijo e ervas, frutas, iogurte, mel e chocolate)
    Pães variados
    Tortilha de pimentões
    Ghee “Spice” –  Cardamomo, pimenta calabresa, curry e gergelim
    Canapés de coalhada com tomate seco e broto de alfafa
    Rocambole de espinafre e ricota
    Cheasecake  de aspargos
    Finalizando: risoto mil e um grãos, com cogumelos

    A decoração-cenografia da Edilene no charmoso Gaaya Spice deu um show.
    Fotos do Marcel. Olha só o resultado da nossa mistura:

    Bolo gelado de coco com pétalas de rosas cristalizadas
    A receita de hoje: Tortilha!
    Daniel Keiniti
    e  suas maravilhas de cafeína
    Café com maracujá e hortelã
    Lara Stoque linda!
    O super estilo de João Horbilon
    Pães de heineken e semente de girasol
    Estilo único Gaaya
    Canecas Sabor Sonoro
    Melancia no palito
    Roger & Tatiana
    João em plena atividade criativa, com seu olhar cheio de arte filmou tudo! Já já mostro pra vocês.
    Tanta gente boa! Goia e Andrea
    “Chafé” – café com chá de maça – d-e-l-i-c-i-o-s-o
    Bela Carol Lacerda
    Nalini Ruguê
    Gelatina de chá de canela com geleia de amora
    Canapés de tomate seco e broto
    Maça com creme de baunilha e gengibre… flutuei quando provei essa delícia que o Marcel criou
    Risoto mil e um grãos com cogumelos
    Mil folhas com ganache e morango

    A receita de hoje é a Tortilha de pimentões. Delícia cremosa!!

    Ingredientes (rente uma assadeira de aproximadamente 30×30)

    -10 ovos
    -1 pimentão vermelho
    -1k batatas
    -3 colheres (sopa) farinha
    -1/4 xícara de leite
    -sal, azeite, ervas

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    Um risoto diferente: Cevadinha, Brie e Brócolis

    Fico feliz toda vez que penso em quantos ingredientes, receitas e combinações ainda terei a oportunidade de conhecer. É bom saber que o universo da gastronomia é ilimitado, e que basta um pouco de curiosidade e disposição para experimentar algo novo sempre.
    Importante também é não ter preconceitos e abrir a cabeça para novos sabores, sei que muitas pessoas têm restrições alimentares, alergias ou já insistiram muito em algum ingrediente e realmente não gostam (nessa lista quase sempre aparece fígado, jiló, quiabo, coentro, etc…), mas cuidado com o “não gostar” sem experimentar, você pode estar deixando de provar o seu próximo prato preferido. 😉

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    Risoto de Carbernet com pesto de couve


    Aqui está um exemplo de como o nome dos pratos podem nos impressionar, intimidar ou encarecer a refeição.
    A verdade é que poderíamos chamá-lo de “risoto do que temos na geladeira”, afinal, não é difícil ter vinho, couve (ou manjericão, ou rúcula, ou espinafre…), azeite, alho e algo pra dar uma decorada.
    Pra variar, minha irmã e meu cunhado fizeram todo o trabalho pesado, a única coisa que sugeri foi fazer o pesto de couve.

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    Salmão com risoto de coco e castanha

    Na nossa última viagem ao Rio tivemos a oportunidade de ir a ótimos restaurantes, um deles foi o Aprazível, que leva o nome da rua onde fica, em Santa Tereza.
    Com ambientes muito aconchegantes, super arborizado e uma bela vista da Baía da Guanabara, o espaço já vale a visita.
    Os pratos privilegiam a culinária nacional, e chegam até a mesa bem servidos e com uma ótima apresentação.
    Nessa oportunidade, comi uma deliciosa moqueca e a Carol pediu o Peixe Tropical, grelhado ao molho de laranja e acompanhado de banana da terra assada e um delicioso arroz de coco e castanha de caju.
    Depois que experimentei tive certeza que seria o “primeiro arroz” que faria quando chegasse em casa.

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